Pedacinhos de Mim

Quando estiver só vem me procurar...Ilumina minhas palavras com a luz do seu olhar.

Meu Diário
26/07/2005 22h43
Retaliações & Brasil...Da Crise à Solução - Diógenes & Augusta & Valeriano
Todo mundo está pronto a retaliar
mas não a compreender um ideal
que tem para mudar potencial
Tal atitude eu busco aqui explicar:

exige envolvimento pessoal
quando a pessoa tem que abandonar
seu comodismo a fim de partilhar
de algum sonho, possível virtual;

e não se trata só de comodismo
é que as pessoas sentem ter poder
em resistir e a outrem acolher.

A maldade supõe o imobilismo
a apatia o medo e a omissão
enquanto aumenta o crime... a corrupção...

Diógenes Pereira de Araújo
diogenes@poemanet.com

Diógens,

O Brasil está em crise, os brasileiros sufocados...doloridos...assustados e pior que tudo isto, desesperançados. Mas nós podemos mudar. Podemos transformar a dor da descrença pela dor do crescimento, podemos faxinar, administrar, cobrar soluções, exigir mudanças.
Podemos e devemos exercer o nosso direito de cidadão.
Abrir os olhos urgentemente para não cairmos no redemoinho da anarquia e do desgoverno.
Precisamos abrir os olhos, agir e reagir ante essa falta de consciência ética e moral.
O Brasil não é apenas um mapa geográfico, o Brasil é hoje quase 180 milhões de pessoas que trabalham, batalham e lutam para sobreviver e não para ficar a mercê de parlamentares cínicos - oportunistas, patrocinados pela corrupção e pela imoralidade.
Temos que dizer um não bem grande aos discursos inúteis, às vis desculpas esfarrapadas. Vamos ao verdadeiro exercício da democracia com lucidez e determinação.
Vamos valorizar os professores, aqueles que realmente são compromissados com a educação para que através deles as crianças sejam verdadeiros cidadãos do amanhã.
Vamos a luta sim! Vamos aproveitar a crise para sair do torpor e da ilusão. Vamos exercer a verdadeira cidadania e a verdadeira democracia e tomar as rédeas do voto para assumirmos de vez o nosso papel em relação ao nosso Brasil.
Esta é a hora.

O homem



Autor: Valeriano Luiz da Silva


O homem é interessante
Entre os animais é o único falante
Foi o mais perfeito da criação
Pois foi o sopro de Deus que deu vida a Adão
Mas vive reclamando
E também lamentando

Vivem juntos uns dos outros, pois tem medo da solidão,
Outros animais sofrem calados, obedecendo à lei da criação,
Mas o danado do homem tem medo da morte
Outros animais são diferentes e mostram ser mais fortes

Alguns homens têm bom coração e amam a seu irmão
Independentes das intempéries praticam boas ações
Outros são maldosos e perversos de coração
Não temem ao Criador nem respeitam o cidadão
Acredita em qualquer coisa e só vive de ilusão
Esquece que a vida é curta e logo estará num caixão
Uns são pobres e não tem nem saúde
Outros são ricos miseráveis pensam que seu dinheiro irá dentro do ataúde.

Há homem que ninguém o vê
Até os seus parentes procuram dele esconder
Quando passa perto finge não conhecer
É o caso do gari que no sol e chuva está a varrer
Mas outros gostam de aparecer
E belos discursos estão a fazer

Mormente os políticos famosos
Que na terra são sempre vitoriosos
Que persuade a cabeça do pobre
Quando num palanque o candidato sobe
Foi eleito e do pobre não lembra mais
Mas sua maldade Deus grava em seus memoriais.

Anápolis Go,11/05/04
valerianols@globo.com
www.albumdepoeta.com

Publicado por Augusta Schimidt em 26/07/2005 às 22h43
 
25/07/2005 16h01
Homenagem da Litteris Editora
Uma flor...

para alegrar seu dia
Uma flor...

para perfumar sua alma
Uma flor...

para encher seu coração de amor

Uma flor ...

para secar suas lágrimas



Uma flor...

para transformar seu mundo em
amizade, paz e felicidade!



Uma flor...

para lhe desejar muito sucesso em sua vida literária
FELIZ DIA DO ESCRITOR!!!

PARABÉNS!


Uma flor para dizer simplesmente:
O quanto você é importante para a Litteris Editora!

25 DE JULHO

DIA DO ESCRITOR

25 23

Publicado por Augusta Schimidt em 25/07/2005 às 16h01
 
24/07/2005 01h27
Colheita
Do dia que amanhece
Colho o sol para que ilumine meus sonhos
Da tarde
Colho o repouso dos pássaros
Para me fazer companhia
Da noite
Colho as estrelas
Para que guardem meu sono
Das flores
Colho o perfume e as cores
Da natureza colho a força
Dos meus amigos
Colho o carinho
Respeito
Sinceridade
E transformo isso tudo em um grande amor
Dos mais velhos
Colho a experiência
Para transforma-la em esperança
Dos homens em geral
Colho a fé
Para transforma-la em Paz
Campinas/24/07/2005
00.57hs

Publicado por Augusta Schimidt em 24/07/2005 às 01h27
 
21/07/2005 17h03
Pense Nisso...
Invariavelmente, fatos lamentáveis abalam e comovem o mundo.
Milhares de pessoas têm seus corações destroçados pela dor.
Dor da perda, da humilhação, dor de comoção.
Milhares de pessoas, se perdem entre escombros, pessoas que jamais voltarão ao seu trabalho, às suas casas, aos seus filhos, pais amigos...
Pessoas que onde ganhavam suas vidas, as perderam. Outras tantas, onde buscavam soluções encontraram desespero.
Todos se revoltam diante de tanta tragédia e em voz una, tentam erradicar o terrorismo, fonte de tanta desgraça , tentam achar soluções para ira da natureza, e dizem ter soluções para os desmandos políticos. Ah...os desmandos políticos...!!!
É interessante e incrível como nós brasileiros temos pronta solução para todos os desmandos de nosso país. Imediatas eu diria.
É muito comum ouvirmos na mídia esse pedido;
Um minuto de silêncio!
Um minuto de silêncio para aqueles que perderam suas vidas em favor de guerrilheiros que assassinam em favor de um deus ou da busca do poder para si.
Um minuto de silêncio para os mortos do terremoto, do tsunami que assolou um país.
Ainda bem que no Brasil não acontecem essas coisas!
Infelizmente, a nossa covardia peculiar não nos deixa lembrar que anualmente morrem cerca de 55 mil brasileiros em inevitáveis acidentes de trânsito, 75 mil em bárbaros e impunes crimes outros incontáveis milhares com erros médicos, negligência e falta de atendimento adequado, isso sem falar naqueles que morrem de pura fome!
A impunidade é total!
A falta de patriotismo é verdadeira!
Nosso desprezo pela vida é lamentável!
Quando pedirmos um minuto de silêncio , vamos olhar à nossa volta com olhos imparciais, reconhecer e admitir a desgraça e o caos. Vamos olhar para o nosso vizinho, nosso colega de trabalho, para o estranho que passa na rua, para a impotência eleita ante uma sociedade subvertida que tem descaso para com os seus. Uma sociedade em que governantes recebem seus cargos como propriedades, sem jamais se importar com a lisura, com seus propósitos, com o povo e com o futuro.
Vamos começar a nos preocupar com os veículos que impõem o que temos que pensar e propagam a paz à custa da nossa dor e das nossas perdas.
Vamos nos compadecer da dor e destino dos que moram nas ruas, na nossa cidade e país.
Vamos nos revoltar intimamente com a vil desculpa de que “não aconteceu comigo, então não preciso me envolver”.
Vamos deixar de ser covardes e injustos e perceber que lugar de bandido é na cadeia e lugar de gente de bem e honesta é na rua, livre , feliz e sem medo.
E acima de tudo, vamos amar o nosso Brasil, a decência, a verdade.
Vamos aprender o real significado da liberdade, solidariedade, do direito e do dever.
Vamos exercitar a justiça e sermos verdadeiros cidadãos.

Augusta Schimidt
21/07/2005
Campinas/SP
16.30hs

www.augustaschimidt.prosaeverso.net

Publicado por Augusta Schimidt em 21/07/2005 às 17h03
 
19/07/2005 22h17
A ciranda das flores
Num jardim encantado
Margaridas e jasmins
Reunidas com outras flores
Preparavam com entusiasmo
A maior ciranda de amor

Cravos, rosas, camélias
Papoulas e até borboletas
Ensaiavam com alegria
Espetáculo sem igual
Pois seria esta ciranda
O maior espetáculo da terra

As borboletas cirandavam
Pousando de flor em flor
Ao som da musica alegre
Cantada pelo belo sabiá cantor.

Até o cravo e a rosa
Ao contrário do que diz a canção
Inspirados por tal cenário
Apaixonados se davam as mãos

E todos em plena harmonia
Enquanto o sol sorria
Cantavam e dançavam
Levando através do vento
O som da ciranda
Que seria por muito tempo
O maior evento de amor

Campinas/19/07/2005
22.20hs

Publicado por Augusta Schimidt em 19/07/2005 às 22h17



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