Pedacinhos de Mim

Quando estiver só vem me procurar...Ilumina minhas palavras com a luz do seu olhar.

Meu Diário
19/07/2005 21h19
Mãos ...Abençoadas sejam sempre
Mãos abençoadas...
Que acariciam
Mãos poderosas...
Que constroem
Mãos que consolam...
Que oferecem flores
Mãos que afagam...
Enxugam lágrimas
Mãos que falam...
Sem palavras
Mãos gentis...
Que colaboram
Mãos sutis...
Às vezes hostis
Mãos artistas...
Que pintam sonhos
Mãos que oram...
E imploram bênçãos
Mãos úteis...
Serviçais
Mãos unidas... abençoadas
Imploram a Paz

Campinas/10/07/2005
21.20hs

Publicado por Augusta Schimidt em 19/07/2005 às 21h19
 
19/07/2005 16h20
Carta ao Senador Arthur Virgilio
Senador Arthur Virgilio,


Sou Augusta Schimidt, professora, casada com Gerson Schimidt, aposentado , Administrador de Empresas desempregado e mãe de dois filhos.
Como vê, senador, sou uma brasileira comum como tantos outros, mal paga pela profissão que abracei, porém, tranqüila com minha consciência.
Digo tranqüila porque embora eu seja uma braçal da educação, pobre como a maioria dos brasileiros, Amo meu País. E por amar o meu país, abomino homens como o senhor senador que ao contrário de minha família, tem uma excelente posição profissional – financeira e apesar disso não tem respeito pelo Nosso País e nem discernimento de ética, moral e bons costumes.
Ética o senhor não tem pois não sabe respeitar seu presidente que quer queira ou não ele É o presidente deste Brasil que te abriga, paga e suporta.
Moral o senhor também não tem pois um homem de moral jamais faria o que o senhor fez na mídia. Seu telhado acaso é de vidro, Senador?
É certo que a educação que lhe falta vem de berço e essa o senhor não pode comprar em farmácias nem nas escolas que freqüentou.
Mas uma coisa o senhor fez de bom, provou a milhões de brasileiros que Universidade não dá berço nem experiência a ninguém.
Como quer o senhor reivindicar postura do Presidente sendo o senhor quem é?
Como pode o senhor, com sua ira descontrolada, insana, reivindicar publicamente qualquer ato de Nosso Presidente sendo que seu comportamento denota descontrole mental absoluto, o que demonstra não estar o senhor em seu juízo perfeito?
Senador, é lamentável saber que meu país conta com espécimes de sua laia, que infelizmente temos que ver e ouvir.
O que o senhor pretende Senador?
Cobrar do Presidente Lula decoro?
Inteligência, eficiência?
Bem senador, inteligência ele já provou que tem e eficiência o tempo dirá. Quanto ao decoro, esse cabe à corregedoria julgar.
Senador, destempero não governa um país. Histeria também não.
Torço para que tudo se esclareça e que todos os culpados sejam punidos, inclusive o senhor por seu ato de desrespeito à autoridade máxima de Nosso Brasil.
Não lhe digo meus respeitos porque o senhor não merece o meu respeito a menos que se retrate publicamente como o fez ao ofender o presidente.
Até que isso não aconteça digo simplesmente
Atenciosamente

Augusta Schimidt

Publicado por Augusta Schimidt em 19/07/2005 às 16h20
 
19/07/2005 00h06
POETA, O PORTA-VOZ DO AMOR!
Do meu amigo, Mestre e Poeta Bernardino Matos

Se me fascinam o clarão da lua, o nascer e o por do sol,

a imensidão do mar e se o vôo de um pássaro me tocou,

o desabrochar de uma flor, a brisa, a beleza do arrebol,

se feliz gosto de expressar isso em versos, poeta eu sou.



Se adoro o brilho das estrelas, o odor do mato verdejante,

o canto da cotovia e o milagre da semente que brotou,

o vôo de uma águia sempre no rumo certo e exuberante,

se me deslumbra expressar isso em versos, poeta eu sou.



Se o sorriso espontâneo e inocente de uma criança,

me enternece e minhas angústias e tensões abrandou,

se o seu nascimento enche uma família de esperança,

se fico feliz em expressar isso em versos, poeta eu sou.



Se o carinho demonstrado por casais de enamorados,

a leveza plena como se beijam muito me emocionou,

se ternuras e carinhos sinceros são demonstrados,

se me enternece expressar isso em versos, poeta sou.



Se abraços trêmulos de dois velhinhos me comovem,

Se o ter trilhado juntos a vida inteira, me incentivou,

Se filhos e netos uma acolhida carinhosa promovem,

Se me sensibiliza expressar isso em versos, poeta eu sou.



Se uma mão estendida pedindo esmola me entristece,

se aquele olhar de abandono muito me intranqüilizou,

se aquele “Deus lhe pague” me soa como uma prece,

se com tristeza expresso isso em versos, poeta eu sou.



Se ao passar por meninos de rua dormindo ao relento,

e se aquela carência deprimente minha alegria tirou,

se passando fome e frio,torna esse quadro um tormento,

se sinto revolta ao expressar isso em versos, poeta eu sou.



Se ao visitar enfermos terminais sem nenhuma assistência,

se o tratamento frio e o descaso minha confiança abalou,

se esse sofrimento trouxe dor e marcou minha vivência,

se sinto um clamor ao expressar isso em versos, poeta eu sou.



Se brigas e separações entre casais sempre me deprimem,

se discutem a divisão de bens e lutam pelo que restou,

se a ansiedade dos filhos e suas incertezas me oprimem,

se com sofreguidão expresso isso em versos, poeta eu sou.



Se acompanho aterrorizado o desespero dos desempregados,

se ao ver famílias catando no lixo alimentos me desconcertou,

se miseráveis circulam pelas ruas totalmente desamparados,

se me destempero ao expressar isso em versos, poeta eu sou.



Se assisto aposentados desmaiando nas filas da previdência,

se uma mãe, com o filho doente, uma consulta não marcou,

se muitos recebem parcos rendimentos e vivem na indigência,

se com a alma ferida expresso isso em versos, poeta eu sou.



Se sonho com fantasias e expectativas vazias e impossíveis,

se faço planos mirabolantes, totalmente fora da realidade,

se abandono um amor sincero por promessas inacessíveis,

se coloco isso em versos, jamais serei um poeta de verdade.



A verdadeira dor e o sentimento de amor profundo e puro,

somente o poeta pode expressar, entender e vivenciar,

pois emergem do fundo de sua alma e projetam o futuro,

seus versos marcados pela emoção podem o amor expressar.


Fortaleza, 18 de julho de 2005

Publicado por Augusta Schimidt em 19/07/2005 às 00h06
 
09/07/2005 16h07
O Mar e seus encantos
Me encanta a beleza do mar...
Me faz sonhar...
E sonhando...
Vôo à imensidão
Tal qual a gaivota
Sentindo nas asas
A caricia suave da espuma branca.

Me encanta a bravura do mar...
Revolto, leve e solto
Levando suas ondas
A espalhar segredos aos rochedos

Me encanta olhar o mar...
Quando vejo suas águas
No auge do dia a buscar
A música suave dos anjos
Que no céu estão a cantar.

Me encanta olhar o mar...
Quando a noite chega
E joga seu manto estrelado sobre as águas
Fazendo então, o mar repousar.

Publicado por Augusta Schimidt em 09/07/2005 às 16h07
 
09/07/2005 15h59
Sopro e Alento
Um sopro...
Um alento...
Traz o vento a esperança
Letras soltas no ar
Formando palavras
Para serem guardadas em nossa memória,
Palavras que fazem história...

Um sopro...
Um alento...
Traz o vento a magia
Magia da transformação
Magia que transforma
A mão que segura o lápis
Em uma grande emoção,
Emoção de ensinar,
Emoção de transformar...

Um sopro...
Um alento...
Presente de Deus aos homens,
Obra-prima do Criador
Inspiração da criação
Transformação da educação.

Publicado por Augusta Schimidt em 09/07/2005 às 15h59



Página 8 de 24 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 » [«anterior] [próxima»]

Site do Escritor criado por Recanto das Letras